Discurso do prefeito foi marcado pelo arrependimento de gastar 290 mil com o carnaval

  • 29/01/2013 03:35

O discurso de abertura do ano legislativo feito pelo prefeito Waldeli Rosa, (PR) de Costa Rica na Câmara Municipal levou cerca de 50 minutos, durante quase dez minutos foi de cumprimentos, elogios as pessoas presentes e ”lição de comportamento”. O prefeito fez um detalhamento meio confuso das contas do município e destacou que a divida total do município é de 8 milhões, incluído dividas de curto e longo prazo, dividas de governos anteriores, restos a pagar, e obras em andamento. Ele informou que os dados estariam à disposição da imprensa, porém ainda não foi enviado pela assessoria de imprensa para o Hora da Notícia.

O prefeito determinou a realização do carnaval ainda durante a transição mesmo sem saber a real situação do município conforme ele mesmo afirmou. “Se eu soubesse a verdadeira situação financeira do município talvez eu tivesse repensado feito uma coisa menor”. Waldeli repassou o valor de R$ 290 mil reais para o clube de futebol, CREC (Costa Rica Esporte Clube) realizar o evento.

O chefe do executivo pediu paciência para a população e disse que não fará grandes obras e sim terá uma gestão eficiente. Ao contrário do passado que o símbolo da sua administração era abstrato, ele informou que a logo marca da sua administração será o Brasão do Município.

Ele destacou o trabalho do vice-prefeito que ele classificou como uma nova etapa onde o advogado Roberto Rodrigues, (DEM) vai trabalhar como procurador do município, “ele tem que cumprir horário tem que trabalhar, recebe, mas trabalha”. Waldeli esqueceu de destacar a capacidade profissional, advogado, totalmente adversa a dos vices anteriores.

Mesmo tendo afirmado que a política acabou, por diversas vezes alfinetou o ex-prefeito Jesus Queiroz Baird, (PMDB) de maneira sutil, mas em tom de reprovação e chegou a insinuar que houve malversação do dinheiro público.

Apontando falhas na administração anterior disse que logo após ser eleito recebeu um telefonema do Coordenador Municipal de Endemias, Geandro dos Santos Almeida pedindo um arrastão na cidade para prevenir à dengue.

Mesmo sabendo que o psicólogo José Magno Macedo Brasil, o "Dr. Magno" está doente em tratamento em Campo Grande o prefeito voltou a cobrar o cumprimento da portaria assinada por ele no último dia 9 de janeiro determinado a volta de Magno para atender no município. Irônico ele afirmou “a política acabou, espero que meus adversários entendam, o Dr. Magno eu espero que se apresente o mais rápido possível”.

Notícias Recentes

Comentários

    Nenhum comentário enviado

    Deixe um comentário