Delegado instaura inquérito para apurar denuncia de tortura contra preso

  • 04/11/2011 18:05

O delegado de polícia, Cleverson Alves dos Santos, Instaurou TCO (Termo Circunstanciado de Ocorrência), no último dia 28 outubro, para apurar suposta afirmação da advogada Maria Aparecida Fernandes Mansilha, que estava representando o pastor Wagner Valência de Almeida, 29 anos, acusado de estuprar duas crianças, uma de 10 e outra de 11 anos. Segundo as informações ela teria afirmado que o preso confessou o crime sob tortura. O Boletim de Ocorrência foi registrado sob a acusação de calunia.

De acordo com as informações a advogada se encontrava no balcão da delegacia, quando disse que Wagner havia confessado sob pancada, “assim qualquer um confessa”, teria dito Maria Aparecida. De acordo ainda com as informações ela teria feito diversas acusações contra os procedimentos do delegado.

O delegado ao tomar conhecimento da afirmação rebateu e afirmou que não há essa pratica na delegacia, “aqui eu só o chefe”.

Por voltas das 17 horas do dia 28 esteve na delegacia o Presidente da 16ª Subseção da Ordem dos Advogados em Costa Rica, o Advogado Antônio Rodrigues da Silva. Ele disse ao Hora da Notícia que estava acompanhando os fatos envolvendo a advogada, informou que havia ouvido o preso na sala reservada para a OAB e ele afirmou não ter sofrido violência dos policiais, mas sim dos presos da celas que lhe agrediram com socos e rasparam sua cabeça. Antônio informou que a advogada vai assistir o acusado.

O delegado arrolou como testemunhas os jornalistas, Sadib de Oliveira e Luciana Aguiar que teriam presenciado a afirmação da advogada. Os dois foram ouvidos das 18 horas do mesmo dia.

O Hora da Notícia procurou a advogada, ela marcou horário para conversar, mas não foi encontrada em seu escritório.

Hora da Notícia

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